terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Esquadrilhas de discos voadores estariam assustando famílias na fronteira Índia-China...

Soldados do Exército da Índia e da Força Policial de Fronteira Indo-Tibetana, baseada na cidade de Thakung, próxima ao Lago Pangong, relatam o avistamento de dezenas de objetos voadores não-identificados na região de Ladakh, entre Jammu e a Caxemira. A presença massiva desses objetos, vistos tanto durante o dia quanto à noite, ocorreu, especificamente e respectivamente, nos dias 01 de agosto e 15 de outubro de 2012.


Segundo o jornal “India Times”, as testemunhas descrevem os OVNI’s como esferas amareladas que aparecem no horizonte, no lado chinês da fronteira, e, lentamente, deslocam-se no céu por períodos longos de três a cinco horas. Depois simplesmente desaparecem. A informação é proveniente de relatórios enviados pela Polícia de Fronteira Indiana para sua sede em Nova Délhi e diretamente para o gabinete do primeiro-ministro.

Vários pesquisadores têm tentado identificar a natureza destes objetos, seja através das imagens captadas por vídeos, ou indo até o local para realizar pesquisa in-loco. Entretanto, não têm tido sucesso na observação. Em setembro de 2013 o Exército indiano implantou uma unidade móvel de radar mas as esferas parecem ser invisíveis ao equipamento.

Moradores da cidade de Thakung e arredores estão com medo dos espectros, alegando que é perigoso trabalhar à noite, uma vez que tais objetos podem raptar animais de estimação e seres humanos. O medo de abdução fez com que a produção agrícola local despencasse e as feiras ficassem com menos variedade de legumes, frutas e verduras.

Na região dos ocorridos também foi utilizado um analizador de espectros, mas este também falhou em detectar quaisquer sinais que pudessem estar sendo emitidos pelos OVNI’s. Os voos de reconhecimento também têm sido infrutíferos. Os OVNI’s simplesmente desaparecem antes de qualquer aproximação de abordagem.


Tudo o que o exército conseguiu foi determinar o que essas esferas amarelas não são. Não são drones (veículos aéreos não tripulados). Além disso, uma equipe do Observatório Astronômico Indiano, em Hanle, estudou o fenômeno por três dias e assegura: não são corpos celestes de qualquer tipo, como meteoros ou planetas. Tudo o que se sabe de concreto até agora é que estes objetos amarelos não são metálicos.

Em 2004, um objeto voador com aspecto de um robô humanoide foi fotografado na região indiana de Samutra Tappu. Por isso a perplexidade dos indianos é justificada. Eles estão familiarizados com drones espiões. Somente entre agosto e janeiro de 2012 foram detectados 99 desses “veículos voadores” não tripulados: 62 no setor no setor ocidental de Ladakh e 37 no setor oriental, em Arunachal Pradesh. Três deles estavam em território reclamado pela Índia ao longo da fronteira, de 365 quilômetros, com a China. Mas, diante da incógnita que envolve esses avistamentos, os orbes estão sendo chamados Objetos Luminosos Não Identicados (OLNI), ou ULO (Undefined Luminous Objects).


Contexto militar dos acontecimentos, um ponto importantíssimo...
Ladakh é uma região despovoada de 86 mil km², fortemente militarizada, situada entre uma área da Caxemira ocupada pelo Paquistão e Aksai Chin, ocupada pela China. Uma terra que tem sido objeto de uma longa em disputa geopolítica que vem se arrastando durante décadas. Jammu-Caxemira é um dos estados da Índia, apesar de seu território ter sido retalhado pelas disputas geopolíticas que começaram desde o fim da colonização britânica e recrudesceram a partir da criação do estado muçulmano do Paquistão.

A pretensão paquistanesa baseia-se no fato de que, ali, a maioria da população é muçulmana, que entraram na Índia justamente pela fronteira norte como refugiados e migrantes em geral, mas, com o tempo, passaram promover o costumeiro terror islâmico a fim de impor sua religião. Desde 1980, guerrilheiros separatistas, muçulmanos, passaram a aterrorizar a Caxemira Indiana. Ali se encontra um conhecido e mítico suposto túmulo de Jesus que, segundo teorias, depois de sua ressurreição, teria se refugiado naquela região, em Srinagar (uma área que pela sua paisagem e clima é chamada de a “Suíça indiana”), onde se tornou um mestre venerado até hoje. O objetivo dos paquistaneses, durante todos esses anos de ataques, é tomar posse de toda a Caxemira.


De acordo com alguns grupos de militaristas e ufólogos, o suposto mistério destes objetos voadores não-identificados levanta uma importante especulação: de que as esferas sejam uma projeção holográfica projetada pela China como uma estratégia de guerra psicológica de intimidação e, ao mesmo tempo, uma sondagem com o objetivo de avaliar os recursos do Estado indiano em situação de alerta. Uma técnica de combate que os antigos guerreiros chineses e japoneses – estes, os samurais, chamam de “falso ataque” ou “ataque da sombra”.