terça-feira, 12 de novembro de 2013

Teorias ufológicas: você conhece algumas delas?! Hoje apresentaremos as principais...

Os fenômenos de aparições e supostas abduções envolvendo objetos voadores não-identificados são globais e multifacetados, gerando um estudo ainda não reconhecido chamado “ufologia”. Segundo o polêmico escritor Erich von Däniken, no passado os Ovni’s eram presença constante, sendo considerados deuses, anjos, mensageiros, demônios, ou inimigos. O fato é que a quantidade absurda de supostas aparições ao longo de toda a história da Humanidade fez com que houvesse as chamadas “teorias ufológicas”, que dizem respeito ao assunto.


Discos voadores como dispositivos terrenos e militares...
Alguns estudiosos apontam que o que a população vê nos céus não sejam objetos extreterrenos, mas pelo contrário, dispositivos de engenharia militar que estariam sendo testados para, mais tarde, serem popularizados. Isso aconteceu durante muitos anos na Guerra Fria, quando União Soviética e Estados Unidos tentavam esconder suas tecnologias. Por exemplo, durante muitos anos os aviões invisíveis norte-americanos (foto abaixo) eram considerados Ovni’s para as pessoas do senso comum graças ao estranho formato e pelo motivo de não aparecerem nos radares. De acordo com muitos céticos, este é o motivo de muitas aparições de Ovni’s ocorram próximas a bases militares.


Teoria da Aurélia e da lua azul...
Aurélia e lua azul são exemplos hipotéticos de um planeta e uma lua em que a vida extraterrestre poderia evoluir. Eles são o resultado de uma colaboração entre a empresa de televisão Blue Wave Productions e um grupo de cientistas americanos e britânicos que foram coletivamente contactados pela National Geographic. A equipe usou uma combinação de teoria de acreção, climatologia e exobiologia para imaginar as localizações mais prováveis para a vida extraterrestre e o mais provável caminho evolutivo da vida, o que é incompleto e ainda controverso.

A equação de Drake...
Essa equação foi proposta por Frank Drake em 1961, formulada com o propósito de fornecer uma estimativa do número de civilizações em nossa galáxia com as quais poderíamos ter chances de estabelecer comunicação. Drake forneceu valores baseados nas suas pesquisas, que são inúmeros. Assim, segundo ele, temos uma estimativa que resulta em, uma média, de apenas outros 2 planetas iguais à Terra, em toda nossa galáxia (e não no Universo) que teriam condições de abrigar vida na Terra.

As críticas feitas à equação baseiam-se, sobretudo no fato de que vários fatores são baseados em conjeturas, sendo o seu valor nulo. Outra crítica pertinente é a de que Drake não prevê que as civilizações possam sair da sua galáxia mãe para colonizar outras galáxias. Assim sendo entrariam também em conta as equações da dinâmica populacional – ou imigração entre planetas, o que já se fala na Terra colonizar Marte, por exemplo.


O paradoxo de Fermi...
O paradoxo de Fermi é a aparente contradição entre as altas estimativas de probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências para, ou contato com, tais civilizações. A idade do universo e seu vasto número de estrelas sugerem que, se a Terra é um planeta típico, então a vida extraterrestre deveria ser comum. Discutindo essa ideia com colegas durante um almoço em 1950, o físico Enrico Fermi questionou por que, se um grande número de civilizações extraterrestres avançadas existem na Via-Láctea, evidências como espaçonaves ou sondas não são vistas.

Houve tentativas de resolver o paradoxo de Fermi tentando-se localizar evidências de civilizações extraterrestres, bem como propostas de que tal vida poderia existir sem o conhecimento humano. Argumentos contrários sugerem que a vida extraterrestre inteligente não existe, ou ocorre tão raramente que os humanos dificilmente farão contato com ela. A partir desse paradoxo, muito esforço foi feito no desenvolvimento de teorias científicas e modelos possíveis sobre a vida extraterrestre, e o paradoxo de Fermi se tornou um ponto de referência teórica em muitos desses trabalhos.


O primeiro aspecto do paradoxo, o argumento de escala, é uma função dos números envolvidos: há aproximadamente 200 bilhões a 400 bilhões de estrelas na Via-Láctea e 70 sextilhões no universo visível. Mesmo que a vida inteligente ocorra em uma minúscula porcentagem de planetas, ainda haveria um grande número de civilizações existentes na Via Láctea. Este argumento também assume o princípio da mediocridade, que afirma que a Terra não é especial, mas simplesmente um planeta típico, submetido às mesmas leis, efeitos e resultados prováveis que qualquer outro planeta.

A segunda pedra angular do paradoxo é uma resposta ao argumento de escala: dada a capacidade da vida inteligente de superar a escassez e sua tendência a colonizar novos habitats, parece provável que pelo menos algumas civilizações seriam tecnologicamente avançadas, procurariam por mais recursos no espaço e então colonizariam primeiro seu próprio sistema estelar e, posteriormente, os sistemas em seu entorno. Como não há provas conclusivas ou certificáveis da existência de outras formas de vida inteligente mesmo após 13,7 bilhões de anos de história do universo, várias hipóteses foram feitas na tentativa de explicar a questão.

O paradoxo de Fermi pode ser perguntado de dois jeitos. O primeiro é: “Por que não há presença de alienígenas nem de seus artefatos aqui?”, se viagem interestelar for possível então, mesmo com a tecnologia presente na Terra, seria preciso de 5 a 50 milhões de anos para colonizar a galáxia. Esta é uma quantidade de tempo relativamente pequena em uma escala geológica, ainda mais em uma escala cosmológica. Já que há muitas estrelas mais velhas do que o Sol, ou já que vida inteligente poderia ter se desenvolvido mais cedo em outro lugar, alguém poderia se perguntar por que a galáxia ainda não foi colonizada. Mesmo que a colonização seja impraticável ou indesejável para todas as civilizações alienígenas, exploração em larga escala da galáxia ainda é possível; os meios de exploração e sondas teóricas são discutidos extensivamente abaixo. Entretanto, nenhum sinal de colonização ou exploração foi confirmado.

O argumento acima pode não ser verdadeiro para o universo como um todo já que o tempo de viagem pode explicar a falta de presença física na Terra de vida extraterrestre de galáxias distantes. Entretanto, a questão então se torna: “Por que nós não vemos nenhum sinal de vida extraterrestre inteligente?”. Já que uma civilização suficientemente avançada poderia ser potencialmente observada por uma significante fração do universo observável. Mesmo que tais civilizações sejam raras, o argumento da escala indica que elas deveriam existir em algum lugar em algum momento da história do universo, e já que elas seriam observadas de uma grande distância por um período considerável de tempo, vários lugares potenciais para sua origem estariam no nosso alcance de observação. Entretanto, nenhum sinal incontestável da existência de tais civilizações foi detectado.


Um jeito óbvio de resolver o paradoxo de Fermi seria encontrar evidência conclusiva de inteligência extraterrestre. Vários esforços para encontrar tais evidências foram feitos desde 1960 Como seres humanos ainda não possuem capacidade de viagem interestelar, tais buscas estão sendo realizadas remotamente a grandes distâncias e dependem da análise de evidências muito sutis. É improvável que civilizações não tecnológicas sejam detectadas da Terra em um futuro próximo. Uma das dificuldades na busca é evitar um ponto de vista exageradamente antropocêntrico. Hipóteses sobre o tipo de evidência provável a ser encontrado geralmente se focam nos tipos de atividades que a humanidade já realizou, ou que provavelmente realizaria com acesso a uma tecnologia mais avançada. Extraterrestres inteligentes podem evitar estas atividades “esperadas” ou realizar atividades totalmente desconhecidas dos humanos.

Evidência direta para a existência de vida pode ser eventualmente observável, tal como a detecção de gases de assinatura biótica (como metano e oxigênio) – ou mesmo a poluição do ar industrial e uma civilização tecnologicamente avançada – na atmosfera de um exoplaneta através de análise espectroscópica. Entretanto, exoplanetas são raramente observados diretamente (a primeira ocorrência foi em 2004); ao contrário, a existência deles é geralmente inferida pelos efeitos que eles causam nas estrelas em que orbitam. Isso significa que geralmente apenas a massa e a órbita de um exoplaneta pode ser deduzida.

Como observado, dado o tamanho e idade do universo, e a relativa rapidez com a qual vida inteligente pode se dispersar, evidências de colonização alienígena podem ser possivelmente descobertas. Evidências de exploração sem a presença de vida extraterrestre, como sondas e dispositivos de coleta de dados, também podem esperar descoberta.


Em 1959, Freeman Dyson observou que civilizações humanas em desenvolvimento constantemente aumentam seu consumo de energia e, teoricamente, uma civilização de idade suficiente iria precisar de toda a energia produzida pela sua estrela. Entretanto, tais construções podem ser mais difíceis de detectar do que se pensava originalmente.

Certos teóricos acreditam que a aparente ausência de evidência prova a ausência de extraterrestres e tentam explicar o porquê. Outros oferecem possíveis cenários em que o “silêncio” pode ser explicado sem descartar a possibilidade de vida extraterrestre, incluindo suposições sobre o comportamento e tecnologia alienígenas. Cada uma dessas explicações hipotéticas é essencialmente um argumento para a diminuição do valor de um ou mais termos da equação de Drake. Uma possível é a de que a humanidade é a única (ou perto disso) da galáxia. Muitas teorias deste tipo foram propostas, explicando porque a vida inteligente pode ser rara ou de vida curta. As implicações dessas hipóteses são examinadas como o “Grande Filtro”.

Aqueles que acreditam que a vida extraterrestre inteligente não existe argumentam que as condições necessárias para a vida – ou pelo menos vida complexa – evoluir são raras, ou mesmo presentes apenas na Terra. Esta é conhecida como a hipótese da Terra Rara, que tenta resolver o paradoxo de Fermi rejeitando o princípio da mediocridade, e afirmando que a Terra não é típica, mas incomum ou até mesmo única. Geoffrey Miller sugeriu que a inteligência humana é o resultado de uma seleção sexual bem sucedida, que toma rumos imprevisíveis. Outra teoria deste tipo é a de que mesmo que as condições necessárias para a vida sejam comuns no universo, o fenômeno de formação da vida, um complexo conjunto de moléculas capazes de se reproduzir, de extrair componentes básicos do ambiente, e de obter energia em uma forma que possa ser utilizada para manter a reação, pode ser muito raro.

Também é possível que inteligência seja comum, mas não civilizações industriais. Por exemplo, a ascensão do industrialismo na Terra foi propiciada pela presença de fontes de energia convenientes, tais como os combustíveis fósseis. Se tais fontes de energia fossem raras ou não existentes em outros lugares, então seria ainda mais difícil para uma espécie inteligente avançar tecnologicamente até o ponto em que nós possamos nos comunicar com eles. Ou, em um planeta aquático, onde as criaturas inteligentes sejam parecidas com golfinhos, seria extremamente difícil acender fogo e forjar metais. Outra possibilidade é a de que a Terra é o primeiro planeta na Via Láctea aonde uma civilização industrial surgiu. Entretanto, críticos notam que muitos planetas parecidos com a Terra foram criados bilhões de anos antes, então esta explicação requer rejeição ao princípio da mediocridade.


Eles existem, mas nós não vemos as evidências. Teorias deste tipo dizem que civilizações tecnológicas extraterrestres existem, mas os humanos não conseguem se comunicar com elas devido à restrições: problemas de escala ou de tecnologia; porque elas não querem se comunicar ou porque sua natureza é muito diferente da nossa para permitir qualquer comunicação significativa ou, talvez, mesmo para ser reconhecida como tecnologia. Pode ser que civilizações alienígenas capazes tecnologicamente existem, mas estão muito distantes uma da outra para qualquer comunicação significativa. Se duas civilizações estão separadas por vários anos-luz de distância, é possível que uma das, ou ambas as, culturas se tornem extintas antes que qualquer diálogo significativo seja estabelecido.

Um argumento relacionado afirma que outras civilizações existem, e estão transmitindo e explorando, mas seus sinais e sondas simplesmente ainda não chegaram. Críticos, entretanto, afirmam que isto é improvável, já que necessitaria que o avanço da humanidade ocorresse em um ponto muito especial no tempo, enquanto a Via Láctea está em um estado de transição.


A capacidade da humanidade de detectar e compreender vida extraterrestre inteligente existiu por apenas um curto período de tempo, de 1937 em diante, se a invenção do radiotelescópio for considerada como a linha divisória. Todo o período da existência humana até hoje (em torno de 200 mil anos) é um período de tempo muito curto em uma escala cosmológica, enquanto que as transmissões de rádio só começaram a se propagar a partir de 1895. Assim,é possível que os seres humanos não procurado por tempo suficiente para encontrar outras civilizações nem tenham estado em existência por tempo suficiente para serem encontrados. Uma variação desse argumento diz que os homens não procuraram o suficiente, independentemente do tempo de vida da espécie.

Sobre a escala de Kardashev...
A Escala de Kardashev é um método proposto pelo astrofísico russo Nikolai Kardashev para medir o grau de desenvolvimento tecnológico de uma civilização. Foi apresentado originalmente em 1964 e utiliza-se de três etapas ou tipos, classificando as civilizações baseado na quantidade de energia coletada, utilizada e processada e seu aumento em escala logarítmica.

As três etapas de Kardashev são:
Tipo I – Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de um planeta, aproximadamente 1016 W. Kardashev definiu o Tipo I como “um nível tecnológico próximo ao nível alcançado atualmente na Terra”, (“atualmente” significando 1964)
Tipo II – Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de uma estrela, aproximadamente 3.86×1026 W;
Tipo III – Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de uma galáxia, aproximadamente 1036 W. Esta classificação é muito efêmera, já que as galáxias variam enormemente em tamanho, formato e calor emitido;
Tipo IV – Zoltan Galantai, em uma revisão do trabalho de Kardashev, propôs uma extrapolação da escala para um Tipo IV, uma civilização que aproveitasse até 1046W, ou seja, a energia potencial do universo visível;

Todas essas civilizações são puramente hipotéticas até o presente momento. Entretanto, a Escala de Kardashev é utilizada pelos pesquisadores do SETI, autores de ficção científica e futurologistas como uma orientação teórica.


Princípio da mediocridade...
O princípio da mediocridade é a noção da filosofia da ciência de que não há nada de especial com o ser humano ou com a Terra. É uma extensão do princípio de Copérnico, que diz que a Terra não é um planeta especial, numa posição privilegiada ou central do Universo. Num contexto mais amplo, o princípio da mediocridade diz que sempre que se observa um fenômeno, tal fenômeno é uma dentre muitas ocorrências; se alguém testemunha um evento extraordinário, deve-se assumir que tal evento ocorreu ou ocorrerá mais de uma vez, caso haja circunstâncias propícias.

A teoria da panspermia...
A hipótese da panspermia cósmica é uma das hipóteses acerca de como surgiram as primeiras formas de vida no planeta Terra. Essa ideia surgiu pela primeira vez no século 5 a.C., na Grécia, remontando a autoria a Anaxágoras, e foi colocada novamente em evidência no século 19 por Hermann von Helmholtz. A hipótese se baseia na ideia de que a vida foi trazida à Terra do espaço em meteoritos que abrigavam formas de vida primárias

O apoio à ideia reside no fato de que, cientificamente, já foi encontrada matéria de natureza orgânica em meteoroides e meteoritos; e de que há organismos microscópicos conhecidos suficientemente resistentes para, em teoria, suportar uma viagem espacial até aqui, mesmo considerado que as condições que esses teriam de enfrentar sejam as mais extremas já cogitadas.

Panspermia implica a hipótese de que a vida existe em todo o universo, distribuídos por meteoroides, asteroides e planetoides. Em suma ela propõe que seres vivos que podem sobreviver aos efeitos do espaço, ao estilo dos extremófilos ou tardígrados, ficam presos nos escombros que são ejetados ao espaço ou por colisões entre pequenos corpos do sistema estelar e planetas que abrigam vida, ou mesmo por catástrofes maiores de natureza similar.

Em condições ideais, geralmente em superfícies de planetas novos, as bactérias tornar-se-iam então ativas, dando início ao processo de evolução biológica naquele local. Embora a existência de vida extraterrestre possa cientificamente ser cogitada, creditar de antemão a origem da vida a fenômenos que ocorreram fora do sistema solar transcende a realidade factual atual. Embora as pesquisas em busca de vida extraterrestre continuem, e materiais orgânicos básicos já tenham de fato sido encontrados fora da Terra, até o presente momento a vida como a concebemos não foi detectada sequer nos demais corpos celestes do nosso próprio sistema solar, tampouco em pontos externos a esse: os resultados científicos até hoje alcançados transferem à Terra os mecanismos responsáveis pela origem e evolução da vida conforme definida e conhecida, esses em nada corroborando o contrário.


Hipótese da Terra rara...
A chamada “hipótese da Terra rara”, ou “hipótese da Terra singular”, estipula que a emergência de vida complexa multicelular na Terra requereu uma combinação improvável de eventos e circunstâncias astrofísicas e geológicas. A hipótese da Terra rara demonstra que o surgimento de vida complexa necessita de uma grande quantidade de eventos casuais. O número de tais eventos serão explicados seguindo os seguintes tópicos: zona habitável da galáxia, uma estrela central e sistemas planetários com as características indispensáveis, zona habitável na órbita estelar, o tamanho do planeta, o benefício de um satélite grande, condições necessárias para assegurar que o planeta tenha um campo magnético e placas tectônicas, a química da litosfera, atmosfera, e oceanos, o papel da “bomba evolucionária”, tais como a glaciação em grande escala e impactos raros de meteoros, e tudo o que levou a misteriosa explosão Cambriana dos animais. O surgimento de vida inteligente ainda pode precisar de outros eventos raros.

Em uma área desprovida de metais ou uma área próxima ao centro com alta radiação, um planeta não seria capaz de sustentar vida. A teoria da Terra rara sugere que muito do universo conhecido, incluindo partes da nossa galáxia, não pode sustentar vida complexa. São chamadas de “zonas mortas”. Enquanto um sistema planetário pode desfrutar de um lugar favorável para a vida complexa, deve também manter essa posição por um período suficientemente longo de tempo para que a vida complexa possa evoluir. Estima-se que, se muito, 5% das estrelas na Via-Láctea estão em zonas habitáveis.

No entanto, vários astrônomos são contra a teoria da Terra rara, e criaram a chamada “teoria da mediocridade”: ou seja, a Terra seria somente mais um planeta entre trilhões e trilhões em inúmeras galáxias do nosso Universo. Assim, não seria possível dizer se somos raros, já que existem planetas com características parecidíssimas com as nossas.


Hipótese do zoológico galáctico...
O impacto catastrófico de uma civilização evoluída tecnologicamente sobre uma civilização menos evoluída é um dos argumentos científicos que sustentam a hipótese do zoológico. Essa teoria é uma das diversas conjecturas que surgiram em resposta ao paradoxo de Fermi, relacionado à aparente falta de evidências que possam confirmar a existência de civilizações extraterrestres avançadas.

De acordo com esta hipótese, os extraterrestres, tecnologicamente avançados o suficiente para se comunicar com os terráqueos, já teriam encontrado a Terra, todavia, apenas observam a Terra e a humanidade remotamente, sem tentar interagir, como os pesquisadores observam animais primitivos à distância, evitando o contato direto para não perturbá-los. A hipótese ainda sugere que poderiam estar ocorrendo outros estudos, de forma velada, por meio de instrumentos científicos de natureza alienígena, localizados em diversos locais do planeta Terra e em outras partes do Sistema Solar.