quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O estranho comportamento de um poltergeist...

Os pesquisadores que vêm ao longo das décadas pesquisando os chamados poltergeists chegaram a uma curiosa conclusão: a atividade acontece, geralmente, na presença de crianças e/ou adolescentes no ambiente afetado. Os fenômenos registrados são variados, mas seguem um padrão: arremesso de objetos, destruição de louça e ruídos durante a noite. No entanto, de acordo com os parapsicólogos, grande parte dos registros de poltergeists são erros de identidade (animais noturnos circulando a residência, por exemplo) ou pura armação de algum membro da casa; portanto, poucos são os casos reais que podem ser identificados.

Recentemente escrevi um post que explica um pouco sobre a natureza de um poltergeist. Clique aqui!

Também recentemente fiz um texto com considerações referentes a supostos lugares mal-assombrados. Clique aqui!

Recentemente escrevi um post que explica um pouco da parapsicologia. Clique aqui!



Em novembro de 1967, o advogado alemão Adam Hötch presenciou uma série de acontecimentos insólitos. Ele era um homem respeitado na sua cidade, Rosenhein, e tinha poucos conhecimentos acerca de assuntos sobrenaturais. Subitamente, as lâmpadas do seu escritório quebraram, abajures caíram e os quatro telefones começaram a tocar insistentemente; tudo ao mesmo tempo. Assustado, chamou os técnicos que perceberam algo estranho: o voltímetro variava muito, cuja corrente irrompia e depois desaparecia.

Depois de muita insistência dos amigos, Adam recorreu ao professor de parapsicologia Hans Bender, uma das autoridades locais no assunto. Bender instalou pequenas armadilhas para verificar se era obra de um funcionário zombeteiro a fim de brincar com Adam, o que mostrou não ser verdade.

Após quase um mês de investigação, o professor sugeriu ser atividade de um poltergeist, concentrando sua atenção em uma aprendiz de secretária de 19 anos. Ao verificar novamente os ocorridos, reparou que em todos eles a jovem estava no prédio. Quando ela ficou doente por duas semanas as atividades cessaram; com o retorno, tudo começou.

Adam Hötch e seus colegas ficaram assustados, mas ainda imperava o ceticismo de que a jovem secretária estivesse pregando uma peça em todos. Entretanto, o professor Bender fez vários testes e provou que a moça era inocente na história. Despedida, os fenômenos cessaram no escritório, quando começaram – de maneira mais atenuada – em outro ponto da cidade, justamente no novo emprego da secretária!



Outros tantos casos de poltergeists chegam diariamente aos centros de pesquisas de parapsicologia em todo o planeta. O grande problema é separar os casos que merecem ser investigados dos outros que já podem ser descartados por serem frutos da invencionice humana.